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Nunca como agora os Professores se viram frente a tantos problemas que os sucessivos Ministérios parece quererem levantar.
Esta classe de servidores da Nação foram sempre respeitados quer pelos alunos quer pelo Poder. Só que a partir de certa altura o Ensino foi envolvido em questões que só lhe trazem descrédito. Leis atrás de leis; alterações aos verdadeiros pilares de Educação tudo parece ter sido feito sem o bom senso da organização serena do sector. Quando o Ensino devia ter paz para cumprir as suas funções, despontam “inovações”, mexe-se nos essenciais e tudo resulta em desfavor do aluno e do Professor. As estruturas de qualquer Ministério não deviam ser abaladas de ânimo leve. Quantas menos intervenções no aparelho educativo melhor será. Vão aos velhos PROGRAMAS e tirem de lá a filosofia acertada para repor a paz e a dignidade no Ensino. Não é apregoando poupanças falaciosas que a ESCOLA será melhor. Poupem nos luxos dos Ministérios. Nas despesas supérfluas. Os professores e os edifícios escolares não causaram a crise. É lhes alheia. E os alunos é que sofrem com esta esquizofrenia de poupança. |