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Visita decorreu no âmbito do 50.º aniversário do jornal

Bênção do Papa Francisco entregue ao Diário do Sul pelo arcebispo de Évora

O meio século de existência do jornal Diário do Sul motivou a visita que o arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, efetuou às instalações deste grupo de comunicação social regional, na passada terça-feira.

Autor :Marina Pardal

Fonte: Redacção «Diário do SUL»

05 Abril 2019 | Publicado : 15:19 (05/04/2019) | Actualizado: 15:41 (05/04/2019)

Nesta sua deslocação, entregou um presente especial, vindo diretamente do Vaticano: uma bênção do Papa Francisco.
"Ao se terem celebrado os 50 anos do Diário do Sul, quis vir aqui cumprimentar o seu fundador e diretor, bem como a família que faz parte deste jornal", confessou o arcebispo de Évora.
D. Francisco Senra Coelho realçou que "no dia 19 de março chegou uma bênção do Papa Francisco para este jornal, que a Arquidiocese de Évora solicitou ao senhor Núncio Apostólico, que é o embaixador do Vaticano em Lisboa", explicando que "o senhor Núncio Apostólico pediu para Roma e o Papa, através da Secretaria de Estado, enviou a sua bênção apostólica".
Acrescentou que "quis entregar em mão este documento, mas não foi possível fazê-lo a 19 de março (Dia Diocesano da Comunicação Social), pois foi o dia em faleceu o D. Maurílio Gouveia, arcebispo emérito de Évora".
Referindo-se aos 50 anos do Diário do Sul, D. Francisco Senra Coelho recordou que "este jornal tem uma história muito longa", frisando que "encontrei sempre este jornal como uma presença muito grande junto da população".
Na sua opinião, "é um jornal que se 'inculturou' neste povo, já que o Diário do Sul está onde as pessoas se juntam, como os cafés ou as coletividades, por exemplo, e é lido por todos em geral".
Para o arcebispo de Évora, "foi sempre um jornal com identidade própria e com uma grande capacidade de fazer uma leitura política e de ter a sua leitura, mas sem nunca se ter deixado controlar por partidarismos".
Reforçou que "nunca se deixou manipular, mas também não escolheu os caminhos fáceis do sensacionalismo".
Segundo D. Francisco Senra Coelho, "não é um jornal de escândalos, nem de meias verdades, não é um jornal que faz acontecer o sensacionalismo para vender", considerando que "é um jornal que informa com utilidade e com respeito e tem um grande sentido das suas gentes e da nossa cultura alentejana".
Constatou que "a sua relação com a igreja sempre foi muito correta, no seu sentido de rigor e de profissionalismo", precisando que "o Diário do Sul tratou sempre a igreja com isenção própria e sem privilégio, mas fazendo chegar a notícia eclesial".
Na sua perspetiva, "nós precisamos do Diário do Sul, porque uma região tem de ter voz a nível nacional", evidenciando que "faço votos para que tenha força para vencer as dificuldades que enfrentam todos os jornais".

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