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Hospital de Évora assinou protocolo com o Hospital Militar

Novo posto de colheitas visa servir utentes com maior rapidez nos resultados

Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) e o Hospital Militar de Évora assinaram, na passada quinta-feira, um protocolo de colaboração entre as duas instituições com vantagens para ambos e, principalmente para os utentes da cidade.

Maria Antónia Zacarias

10 Março 2016 | Fonte: Redacção D.S.

De acordo com fonte do gabinete de comunicação do HESE, a partir de agora, os doentes provenientes dos centros de saúde que tenham que realizar análises podem dirigir-se ao novo posto de colheitas no Hospital Militar, entre as 8 horas e as 11horas em todos os dias úteis.

O protocolo assinado estabelece que a equipa do Serviço de Patologia Clínica do HESE seja também responsável pelas análises que são realizadas nas instalações do Hospital Militar de Évora, “aumentando assim a sua capacidade de resposta”.

A diretora Serviço de Patologia Clínica do HESE, Filomena Batista Caldeira considerou que “é importante que os utentes de Évora também tenham uma alternativa no serviço público que seja mais rápida, uma vez que no Hospital de Évora temos sempre uma sala de espera preenchida pelos utentes da consulta externa hospitalar”.

De acordo com a mesma dirigente, esta é uma forma do HESE oferecer às pessoas que vêm dos centros de saúde “uma alternativa mais rápida, com a mesma equipa, a mesma qualidade e muito próxima das nossas instalações, o que facilita a deslocação também e o acesso ao novo posto de colheitas”.

Maior celeridade
nos resultados
laboratoriais

Ao abrigo deste acordo está previsto que também os utentes do Hospital Militar tenham resultados mais rápidos, dado que as análises feitas serão agora analisadas pelo Laboratório do Hospital de Évora, evitando que se desloquem para Lisboa. “Desta forma, economizam-se recursos e há maior celeridade na entrega dos resultados”, como salientou o capitão Gil Borges, médico e diretor do Hospital Militar.

Segundo este responsável, a grande vantagem é “oferecer em tempo mais útil os resultados e com uma celeridade maior, acabando por haver um benefício grande para os nossos utentes, sem encargos e oferecendo um serviço melhor”.

Com este protocolo, o Hospital Militar de Évora abre as portas à sociedade civil, pela primeira vez. “Juntam-se capacidades e vontades para um fim comum, que é servir bem o utente”, acrescentou o capitão.

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