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Estradas do Litoral Alentejano que põem os nervos em franja estão sem solução

Há mais uma estrada de fazer perder a paciência aos automobilistas no Litoral Alentejano.

Autor :Roberto Dores

Fonte: Redacção D.S.

01 Março 2016

Queixam-se que o acesso à A26, no sentido Santiago do Cacém – Sines, atingiu uma situação de risco face à acelerada degradação em que a via se encontra. O troço, situado ao quilómetro 5 da Estrada Nacional 261-3, está repleto de buracos e revela-se ameaçador para a segurança de quem ali circula diariamente.

A via é da responsabilidade das Infraestruturas de Portugal e por se tratar de uma estrada nacional impede a autarquia de Santiago do Cacém de efetuar reparações, segundo avança o próprio município, acrescentando que desde finais de 2013 “tem reivindicado e exigido repetidamente a reparação do troço, por forma a prevenir que a situação chegasse ao ponto a que chegou”.

A autarquia presidida por Álvaro Beijinha sublinha ainda que “aquando das obras que finalizaram o troço da A26, entre Relvas Verdes e Sines, a Câmara solicitou que fosse aproveitada a ocasião para repavimentar o referido troço”, acrescentando ter solicitado por diversas vezes audiências com o anterior secretário de Estado das Obras Públicas e Desenvolvimento, bem como com o atual titular do cargo, aguardando ainda o agendamento da reunião.

Porém, está marcada para sexta-feira um encontro com presidente da empresa Infraestruturas de Portugal, onde a câmara espera que haja um compromisso por parte daquela empresa para a resolução definitiva do problema. “A câmara está totalmente solidária com o descontentamento da população para com esta situação inaceitável e estará na linha da frente para exigir a sua resolução com a maior brevidade possível”, acrescenta o município, enquanto os utentes juntam esta nova reivindicação a uma bem antiga, em pleno IC1, que se estende ao longo de 20 quilómetros, entre Alcácer do Sal e Grândola.

A Comissão de Utentes também já pediu audiência ao ministro do Planeamento e das Infraestruturas, aos diferentes Grupos Parlamentares, à Comissão de Economia e Obras Públicas e à Infraestruturas de Portugal para lhes exigir obras nestas vias, que são a principal ligação gratuita entre os dois concelhos.

Segundo a comissão de utentes, “o estado de degradação visível em que estes troços se encontram, representa um grave atentado a todos os utentes que ali passam diariamente, bem como aos interesses das populações residentes, que têm visto nestes últimos longos anos a sua condição de vida afetada no âmbito económico, social e, sobretudo, na sua segurança e integridade física”.

Os utentes continuam a queixar-se da alegada “ inércia dos governantes, da concessionária e das Infraestruturas de Portugal”, que, segundo dizem, leva a que haja “um potencial crescente número de acidentes” e a um “aumento das vítimas mortais”.

A Comissão de Utentes conclui que esta situação é “inaceitável e insustentável”, considerando que este itinerário é um “eixo rodoviário fundamental entre o Norte e Sul do País, um principal corredor de acesso de Espanha e à zona litoral do Alentejo, destacando-se, neste argumento, a atividade turística e industrial, pela relevância do Complexo Industrial/Portuário de Sines”.

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