Diario do Sul
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Verão 2016

Praias alentejanas entre as melhores vão hastear 24 bandeiras azuis

As praias alentejanas conquistaram 24 bandeiras azuis para o Verão de 2016, o que traduz a manutenção do número de galardões face ao ano passado.

Autor :Roberto Dores

Fonte: Redacção D.S.

06 Maio 2016

O concelho de Grândola, com dez “azulinhas”, volta a ser o mais contemplado, enquanto Odemira alcançou seis bandeiras, Sines cinco e Santiago do Cacém duas. Mértola também assegurou o galardão para a “sua” praia fluvial.

Segundo o anúncio feito pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), Grândola “veste” de azul as praias de Tróia-Mar, Tróia-Galé, Tróia-Bico das Lulas, Atlântica, Comporta, Carvalhal, Pego, Aberta Nova, Fontainhas e Melides. Por seu lado, Odemiras garantiu o galardão nas praias de Furnas, Farol, Franquia, Almograve, Zambujeira do Mar e Carvalhal.

As praias de Vasco da Gama, São Torpes, Vale de Figueiros, Praia Grande, em Porto Covo, e Ilha do Pessegueiro vão hastear Bandeira Azul no concelho de Sines, enquanto a Costa de Santo André e a Fonte do Cortiço são as duas praias contempladas no concelho de Santiago do Cacém. A Albufeira da Tapada Grande, na Mina de São Domingos, concelho de Mértola, também volta a exibir a desejada “azulinha”, que faz, afinal, a diferença ambiental.

Trata-se de um novo reconhecimento europeu em torno do Litoral Alentejano, que tem vindo a consolidar a garantia sobre a qualidade das suas praias nas últimas edições da Bandeira Azul, atestando o ambiente favorável que rodeia as zonas balneares.

Recorde-se que a atribuição da já célebre e ambicionada Bandeira Azul inscreve-se no “programa de educação ambiental”, segundo o presidente da Associação Bandeira Azul da Europa., José Archer, para quem a edição deste ano reflete o sucesso da iniciativa em Portugal. “Basta atendermos a que cada vez temos mais bandeiras azuis nas nossas praias”, sublinhou o dirigente, congratulando-se pelo facto de Portugal já ser um dos países onde são entregues mais galardões. “E isso é muito importante, até porque nos últimos cinco anos temos estado sempre acima dos 50% de praias com Bandeira Azul”, insistiu José Archer.

É que a nível nacional a marca alcançada é “significativa”, tendo o Júri Internacional colocado o país no topo a nível mundial ao atribuir galardões a “aproximadamente 55% das praias designadas”. Comparativamente ao ano passado, haverá mais 15 praias e duas marinas com bandeira azul. Há dez anos, por exemplo, eram menos 74 as praias galardoadas. E há 30 anos, quando arrancou o programa, Portugal, um dos países fun-dadores, teve 71 praias costeiras com bandeira azul.

E nem a dificuldade com que o país este se debate para recrutar nadadores - salvadores comprometeu o projeto. Recorde-se que não é permitido abrir concessões sem garantir a presença de salva-vidas nas praias eles, mas este ano o custo da formação duplicou devido à sua transferência para escolas privadas. O presidente da Federação Portuguesa de Nadadores - Salvadores já alertou que este ano devem formar-se, por esse motivo, apenas dois a três mil nadadores - salvadores, em vez dos quatro a cinco mil habituais.

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