Diario do Sul
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Muitas peças estão a ser apresentadas pela primeira vez

Legado Barahona em exposição no Museu de Évora

Integrada nas Jornadas Europeias do Património – 2016, foi inaugurada no Museu de Évora, na passada quinta-feira, a exposição Legado Barahona.

27 Setembro 2016

Segundo a Direção Regional de Cultura do Alentejo - Museu de Évora, “esta exposição mostra obras de pintura e escultura naturalista portuguesa, de finais do século XIX a inícios do século XX”.

É ainda salientado que estas peças são “representativas de um período de efervescência artística, que fazem parte do espólio doado por Francisco Barahona ao Museu de Évora”.

A mesma entidade realça também que esta exposição, que fica patente até dezembro de 2017, “é certamente uma surpresa para o público, quer pelo valor histórico-artístico das obras, quer por ser a primeira vez que muitas se encontram expostas”.

Os visitantes podem ficar a conhecer peças de diferentes artistas, como Silva Porto, Josefa Garcia Greno, Manuel Garcia Hispaleto, José Simões de Almeida, José Franco y Cordero, António Alberto Nunes, António Augusto da Costa Mota e António Teixeira Lopes.

À margem da sessão inaugural, António Alegria, diretor do Museu de Évora, recordou que “quando falamos na coleção Barahona, normalmente associamo-la só à escultura, mas o seu espólio não se ficou por aí”, evidenciado que “também temos, por exemplo, pintura e tapeçaria”.

Explicou ainda que “como estamos a trabalhar no restauro dos têxteis e estamos a estudar também a pintura pareceu-nos boa ideia apresentar esta pequena exposição”.

A esse respeito, António Alegria constatou que “estas áreas sempre foram vistas como uma coisa à parte na coleção, pois o que interessava era a escultura, e assim é possível ter uma imagem diferente”.

De acordo com o mesmo responsável, “em princípio está prevista uma visita ao Palácio Barahona (onde atualmente se encontra o Tribunal da Relação de Évora) e talvez vendo a exposição se perceba melhor o tipo de palácio que foi feito”, referindo que este edifício tem “um grande projeto de arquitetura, que é do século XIX, e ao mesmo tempo tem também um projeto de aquisição de obras de arte”.

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