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Diario do Sul
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Ideias vencedoras receberam 14.º Prémio Fundação Ilídio Pinho em Évora

Vinte e três escolas do Alentejo foram premiadas por projetos de ciência e tecnologia

Estimular o interesse de todos os alunos, da Educação Pré-Escolar, do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário, pelas ciências e áreas tecnológicas através do apoio a projetos inovadores, voltou a ser o objetivo da 14.ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho.

23 Janeiro 2017

A entrega dos prémios aos vencedores da região Alentejo realizou-se na passada segunda-feira, no auditório da Direção de Serviços da Região Alentejo, que contou com a presença do secretário de Estado da Educação, João Costa. No caso particular do nosso território foram premiadas 23 escolas, o que para o delegado regional de Educação do Alentejo, Manuel Maria Barroso, é de sublinhar pelo contributo para uma escola mais moderna e atenta à ciência com expressão no seu dia-a-dia ou no futuro da região.

A Fundação Ilídio Pinho executou a 14ª Edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho em parceria com o Ministério da Educação e o Ministério da Economia, no ano letivo, 2016/2017, sob o tema “Ciência e Tecnologia ao Serviço de um Mundo Melhor”.

O representante da Fundação Ilídio Pinho, Joaquim Azevedo declarou em exclusivo ao “Diário do Sul” que esta instituição “sente o maior orgulho em apoiar tantos projetos e suscitar tanto entusiasmo nas nossas escolas”. O mesmo responsável avançou que, este ano, foram apresentados 997 projetos, das quais mais de 530 foram apoiados.

A seu ver, isto significa que há uma onda de entusiasmo pela cultura científica e tecnológica “e isso é o que mais pode recompensar o esforço que a fundação faz”. Joaquim Azevedo adiantou que há uma cultura que está a ganhar adeptos e a conquistar terreno no domínio da cultura científica, o que em seu entender é fundamental para o futuro.

Os prémios finais vão desde 25 mil euros até aos cinco mil euros, o que neste ano, “mais de 400 mil euros foram gastos em prémios, a troco de fazer o bem”, frisou.

O mesmo responsável afirmou que esta é a mais emblemática das iniciativas da fundação, tendo nascido do cruzamento de duas das mais fortes paixões do fundador Ilídio Pinho: a ciência como mãe do progresso e os jovens enquanto futuro do país, em homenagem ao filho.

“A escolha da ciência para ocupar um lugar central na missão da fundação esteve ligada ao reconhecimento da sua inquestionável relevância social e económica. O fundador antecipava que a ciência viria a assumir uma preponderância inimaginável no futuro para o qual se impunha preparar a próxima geração”, acrescentou. Assim, nasceu a iniciativa que veio a tornar-se central no cumprimento da missão de utilidade pública da fundação: o Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”.

Secretário de Estado da Educação evidencia a possibilidade dos alunos aprenderem muito mais

João Costa, secretário de Estado da Educação, em entrevista ao “Diário do Sul”, afirmou que estas escolas ao abraçarem estes projetos “estão a dar aos seus alunos uma oportunidade de desenvolverem algumas competências que hoje sabemos que são fundamentais: o trabalho em grupo, pesquisa, conhecimentos de ciência mais avançada e participação em projetos inovadores”. Oportunidades que o governante disse querer que comecem a acontecer nos currículos dos estabelecimentos de ensino.

“Assim, ao permitirmos que isto aconteça estamos a possibilitar às escolas que estas se reinventem, que se renovem e que estes alunos aprendam muito mais”, asseverou.

O secretário de Estado elogiou ainda a participação das escolas do Alentejo que “tem vindo a aumentar todos os anos, tal como no resto do país”. Em seu entender, estas situações também crescem por contágio, ou seja, quantas mais escolas participam, mais outras querem participar, “o que nos revela os projetos maravilhosos que têm sido aplicados e desenvolvidos”.

João Costa concluiu: “Aqui o processo é o produto, ou seja, o ganho com estes projetos é como se aprende através deles”.

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