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Capoulas Santos encerrou jornadas

Ministro da Agricultura anunciou terra para quem a queira trabalhar

O Conselho de Ministros vai aprovar a 21 de março - Dia Mundial da Floresta - a criação de um Banco de Terras que pretende reunir o património fundiário do Estado e áreas florestais para arrendar e posteriormente vender aos agricultores que por lá se instalem.

15 Março 2017

"Projeto Viver Sénior"

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Conferência sob o tema: "Évora, meio século de Pastoral extra-muros"

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"ROTA DOS MÁRMORES(R)” 2017 - VII Passeio de Primavera

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Diário do SUL apresenta hoje como "capa falsa" o Suplemento Imobiliário Century 21 - Porta do Alentejo

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Diário do SUL apresenta hoje como "capa falsa" o Suplemento Imobiliário Century 21 - Porta do Alentejo

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Exposição "Mirar Portugal"

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Uma organização do Grupo "Diário do SUL" e parceiros, sempre na última quinta-feira de cada mês, desta feita a realizar-se já no próximo dia 22...

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O anúncio foi feito pelo ministro da Agricultura, Capoulas Santos, ao Diário do Sul, após o encerramento das jornadas do Hospital Veterinário Muralha de Évora.

Objetivo principal desta medida? Retirar do abandono milhares de hectares de terra, entregando-os a entidades gestoras com provas dadas. Capoulas Santos explicou que o diploma é um instrumento que privilegia os jovens, segundo o qual as terras do Estado são para alugar numa primeira fase e, depois de comprovada a boa gestão, para venda.

Enquanto isso, avança em paralelo o Fundo de Mobilização de Terras, que tem a função de adquirir novos terrenos através das receitas provenientes do arrendamento ou da venda dos terras do Banco de Terras. “Se nós criássemos só o Banco de Terras com o património de que o Estado dispõe de terrenos iriam acabar depois de serem todos distribuídos”, sublinhou o ministro. Ou seja, o Fundo de Mobilização passa a receber as receitas provenientes das rendas ou das vendas das terras. “A finalidade é que o Estado possa comprar novas terras para voltar a alimentar o banco e para o processo continuar indefinidamente”, acrescentou Capoulas Santos, para quem está a chegar a oportunidade para quem ambiciona um pedaço de terra para trabalhar.

Ter terreno agrícola vai deixar de ser privilégio só de quem recebeu terras por herança, segundo o titular da Agricultura. “Temos centenas de jovens com boas qualificações, que frequentaram cursos em universidades, mas que não têm a oportunidade de exercer a profissão, uma vez que não dispõem de terras, mas só podem trabalhar por conta própria. Hoje em dia não é possível ser empregado do Estado e a economia não absorve todas as pessoas”, salientou o governante, para dar ainda mais relevância à aposta do Governo.

Perante o auditório que marcou presença no encerramento das jornadas, o ministro da Agricultura revelou ainda que já estão a ser analisados 91% dos mais de 32 mil projetos em sede do Programa de Desenvolvimento Rural para o setor, assegurando ainda que o programa está agora em “velocidade cruzeiro”. “Dos 32 mil projetos que entraram temos já 29.800, 91%, analisados, e contratámos já 10.400, que correspondem a 1.250 milhões de euros de investimento e a uma despesa pública na ordem dos 750 milhões”, disse, admitindo estar a ser “recuperado muito do atraso”.

Capoulas Santos falou ainda em tempos de mudança para agricultura portuguesa à boleia do regadio que vai chegar a vários pontos do país num total de 92 mil hectares até 2020. “Para Alqueva vamos ter uma extensão do perímetro de rega de 47 mil hectares e pelo resto do país vamos ter mais 45 mil, quer através da criação de novos regadios, quer reabilitando os mais obsoletos”, revelou o ministro.

Há menos de um ano tinha sido noticiado que Capoulas Santos poderia contar com o apoio do comissário europeu da Agricultura, Phil Hogan, à candidatura que Portugal apresentou ao Plano Juncker e que prevê a ampliação do regadio a quase mais 100 mil hectares do terrirório nacional até 2020. Se Alqueva conseguir aumentar 47 mil hectares de regadio para lá dos 120 mil hectares atuais, 17 mil novos postos de trabalho "podem ser criados até 2020" na região.

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