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No âmbito do projeto Empreender +

NERE dinamiza atelier para promover indústrias culturais e criativas

O Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE) acolheu na passada quinta-feira o Atelier de Criatividade - Património, Indústrias Culturais e Criativas e Serviços de Turismo, no âmbito do projeto Empreender +.

Marina Pardal

08 Maio 2017

Neste mesmo dia decorreu ainda a sessão de apresentação do projeto “Alentejo Film Comission”.

Segundo nota informativa do NERE, “o projeto Alentejo Empreender +, cofinanciado pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, destina-se a quem queira criar uma empresa ou iniciar uma atividade num dos concelhos pertencentes às zonas do Alto Alentejo, Alentejo Central, Baixo Alentejo e Lezíria do Tejo”.

É ainda salientado que “este projeto prevê a criação e a dinamização de Ateliers de Criatividade em Portalegre, Évora, Beja e Santarém, na sede das respetivas associações empresariais, com empreendedores e outros interessados “.

A sessão em Évora contou com cerca de 20 participantes, tendo sido dinamizada por António Cristovam. Já a sessão de abertura foi feita pelo presidente da Direção do NERE, Vítor Barbosa.

À margem do evento, este mesmo responsável explicou que “queremos promover o empreendedorismo e entendemos que esta ação visa estimular a aparecimento de novas ideias, no âmbito do património, das indústrias culturais e criativas e de serviços de turismo”.

Vítor Barbosa considerou esses setores como “muito importantes, não só pelo valor que as indústrias culturais e criativas geram para o país e para a região, mas também porque achamos que o Alentejo, em especial a zona de Évora, tem uma vocação particular para estas áreas”.

Na sua opinião, “também é muito importante a ligação das indústrias culturais e criativas com as atividades económicas em geral”,

A esse respeito, o presidente do NERE focou que “todos têm a ganhar com estas parcerias porque as empresas também beneficiam muito do espírito que existe à volta das indústrias culturais e criativas, nomeadamente ao nível da postura e da atitude, que normalmente é mais irreverente, sendo muito importante para empresas terem também esse estímulo”.

Para Vítor Barbosa, “o que distingue a nossa região das outras é de facto a sua cultura e o seu património e nós temos de apoiar e incentivar a que esse património se fortifique, se consolide e se diversifique também, ou seja, que se possa abrir a outras áreas”.

O mesmo responsável apontou que “tudo isto visa também atrair pessoas para a região, com o objetivo de se fixarem cá e terem aqui um ambiente empreendedor e acolhedor para estas atividades”.

Adiantou ainda que “este atelier foi também uma ação preparatória para um fórum que vamos realizar dedicado precisamente às indústrias culturais e recreativas e que vai ter lugar em Alcáçovas, no dia 8 de junho”.

Além deste ‘brainstorming’ que juntou agentes culturais e criativos, este atelier incluiu ainda uma sessão sobre o projeto “Alentejo Film Comission”.

De acordo com o presidente do NERE, “é um projeto que temos apoiado para estimular que o Alentejo seja considerado uma zona privilegiada para a atividade cinematográfica”.

Acrescentou que “achamos que o Alentejo tem condições cinematográficas excecionais, quer a nível de património, quer de paisagem”.

Admitindo que “esta ideia não é nova, pois o Alentejo já foi palco de alguns filmes”, Vítor Barbosa esclareceu que “aquilo que queremos é tentar que o Alentejo ganhe cada vez mais notoriedade neste campo”.

O presidente da Direção do NERE, Vítor Barbosa.NERE dinamiza atelier para promover indústrias culturais e criativas

NERE dinamiza atelier para promover indústrias culturais e criativas

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