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Secretário de Estado da Administração Interna presente na cerimónia

Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Florestais para o distrito de Évora já foi apresentado

A apresentação do Plano de Operações Distrital – Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF 2017) decorreu, na passada segunda-feira, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Évora.

Autor :Marina Pardal

10 Maio 2017

"Projeto Viver Sénior"

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"ROTA DOS MÁRMORES(R)” 2017 - VII Passeio de Primavera

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Diário do SUL apresenta hoje como "capa falsa" o Suplemento Imobiliário Century 21 - Porta do Alentejo

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Exposição "Mirar Portugal"

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A sessão contou com a presença do secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, bem como de representantes de várias entidades.

Durante a cerimónia foi realçado que “este é o dispositivo considerado adequado para enfrentar os incêndios florestais no distrito de Évora, através da intervenção de forças de proteção e socorro, quer na defesa da floresta, enquanto bem estratégico do país, quer na proteção de pessoas e do ambiente”.

Foi ainda salientado que “o plano de operações distrital institui um dispositivo especial de combate a incêndios florestais, que garante em permanência aos níveis distrital e municipal a resposta operacional adequada e articulada”.

Recorde-se que a época de incêndios começa a 15 de maio e termina a 15 de outubro, sendo que a “fase Charlie”, em que os meios de combate vão estar na sua capacidade máxima, acontece durante os meses de julho, agosto e setembro.

À margem da cerimónia, o comandante operacional distrital de Évora, José Ribeiro, adiantou que “na fase mais crítica, nós estimamos ter 234 operacionais apoiados por 63 veículos e um meio aéreo (helicóptero)”, constatando que estes números “variam pouco em relação ao ano passado”.

Disse ainda que “vamos manter o reforço durante o mês de junho, tendo em conta que somos um distrito ainda com muita atividade agrícola, pelo que vamos tendo algumas ocorrências complexas e temos de ter nesse mês um dispositivo mais forte”.

De acordo com o mesmo responsável, “ao nível de incêndios, as zonas de principal preocupação no distrito de Évora são a Serra d’Ossa, Serra de Portel, Serra do Mendro, Serra de Valverde, Serra de Monfurado, Mata Nacional de Cabeção ou Serra do Anel (Alcáçovas)”.

Revelou também que “já estamos a fazer um conjunto de visitas de avaliação e de reconhecimento para estarmos melhor preparados e conhecer melhor aquilo que vamos encontrar”.

Em relação ao DECIF 2017, José Ribeiro evidenciou ainda “a consolidação do dispositivo, pois estamos numa fase em que é importante estabilizar o dispositivo em termos de homens e de equipamentos”, frisando que “tendo em conta que são muitos parceiros, esta estabilidade é essencial para podermos também planear melhor os próximos anos”.

Outro ponto que mencionou foi “um reforço das ações de treino operacional e de formação”, explicando que “percebemos que aumentando o nível da formação e do treino operacional conseguimos melhor capacitação técnica por parte dos operacionais e naturalmente melhores resultados em termos do combate”.

Além disso, o comandante operacional distrital de Évora apontou que “alguns equipamentos gentilmente cedidos por algumas entidades vão permitir equipar melhor os nossos bombeiros”, reforçando que “o nosso foco principal é a segurança dos operacionais, para que o número de baixas seja zero”.

Também em declarações aos jornalistas, o secretário de Estado da Administração Interna garantiu que o DECIF 2017 “não teve corte absolutamente nenhum”, dizendo que “na área da proteção civil não tem havido cortes, de forma a satisfazer todas as necessidades que nós prevemos que venham a ser precisas”.

Jorge Gomes focou ainda que o plano para o distrito de Évora “foi organizado pelo comandante operacional distrital e pela sua equipa, o qual foi depois enviado à Direção Nacional, que considerou que estava de acordo com as necessidades da região”.

O secretário de Estado destacou também que “a nível nacional, o dispositivo está pronto e é mais reforçado do que era o ano passado, tendo sido também alvo de algumas correções, visto que o comandante operacional nacional mudou, trazendo uma visão diferente,”.

Especificou que “foram feitas algumas alterações que a tutela considerou positivas, pelo que decidiu apoiá-las”.

Por sua vez, o presidente da Câmara de Évora recordou que “estamos a viver um ano de seca e a seca é sempre difícil no Alentejo”, frisando que, “é previsível que, apesar de não o desejarmos, possamos vir a ter mais incêndios do que tivemos o ano passado”.

Carlos Pinto de Sá considerou “fundamental ter um dispositivo previamente preparado para responder a estas situações e, muitas vezes, para precavê-las”.

Na sua perspetiva, “é importante termos a consciência da responsabilidade das competências das autarquias, em conjunto com as instituições que no terreno respondem a estes problemas”, destacando “em particular o sistema distrital de proteção civil e os bombeiros”.

Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Florestais para o distrito de Évora já foi apresentado

O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes.

Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Florestais para o distrito de Évora já foi apresentado

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