merida enamora 2
Diario do Sul
diario jornal

Congresso Aprender no Alentejo

Congresso “Aprender no Alentejo” focou-se no ensino profissional e na educação de adultos

O ensino profissional e a educação de adultos foram as duas grandes temáticas em destaque na nona edição do congresso “Aprender no Alentejo/Encontro Regional de Educação”, uma iniciativa organizada pela Universidade de Évora, através do Departamento de Pedagogia e Educação, do Centro de Investigação em Educação e Psicologia e da Universidade Popular Túlio Espanca.

Marina Pardal

05 Junho 2017

Este evento, que aconteceu nos dias 25 e 26 de maio, no Colégio do Espírito Santo, contou com duas conferências gerais, quatro mesas principais e cerca de 50 comunicações livres.

De acordo com Lurdes Pratas Nico, da comissão organizadora, “optámos por dedicar o primeiro dia a uma problemática que tem a ver com a qualificação e a sua relação com o território e vice-versa”.

Explicou que “temos que pensar medidas e programas que estejam de certa forma ajustados às características da nossa população de uma forma geral e também em termos do número de alunos que temos hoje nas escolas”.

Para além disso, a mesma investigadora salientou que “colocámos também um enfoque no ensino profissional”, lembrando que “nos últimos anos temos assistido a um aumento dessa oferta e dos alunos que a frequentam”.

Nesse sentido, Lurdes Pratas Nico frisou que “quisemos perceber a relação entre essa formação (uma formação mais prática) e a ligação ao mercado de trabalho”.

Exemplificou também que “os jovens da Escola Profissional de Alvito, uma das escolas profissionais da nossa região, a título voluntário e gratuito, serviram o coffee-break no evento”, referindo que “foi uma forma de mostrarem aquilo que fazem a partir da formação que têm na escola”.

A mesma professora especificou que “o segundo dia foi dedicado à educação de adultos, uma vez que no passado mês de março voltou-se a falar de educação de adultos em Portugal, com um programa que é o Qualifica”.

Como tal, realçou que “procurámos trazer responsáveis, dirigentes e instituições que trabalham nesta área”, frisando que “quisemos trazer instituições diferentes que fazem um trabalho em várias dimensões”.

Segundo Lurdes Pratas Nico, “contámos com a presença de instituições que estão no campo formal e outras que fazem parte da sociedade civil, ou seja, que se dedicam à educação de adultos, mas num contexto não formal”.

Outro ponto que evidenciou foi a parte das comunicações livres. “Foram cerca de 50 comunicações livres por parte de professores, investigadores, alunos, autarquias ou associações”, sustentou, focando que “debatemos o que é aprender no Alentejo, como se aprende, o que andamos a fazer ou o que podemos definir como objetivos para o futuro da nossa região em termos educativos”.

Dê-nos a sua opinião

Incorrecto
NOTA: As opiniões sobre as notícias não serão publicadas imediatamente, ficarão pendentes de validação por parte de um administrador.

NORMAS DE USO

1. Deverá manter uma linguagem respeitadora, evitando conteúdo malicioso, abusivo e obsceno.

2. www.diariodosul.com.pt reserva-se ao direito de eliminar e editar os comentários.

3. As opiniões publicadas neste espaço correspondem à opinião dos leitores e não ao www.diariodosul.com.pt

4. Ao enviar uma mensagem o utilizador aceita as normas de utilização.