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Candidato da CDU regressa a Borba e já pensa em liderar a Câmara

João Proença volta a ser o candidato da CDU à Câmara de Borba, depois de ter estado à frente deste município entre 1990 e 2001, tendo em 2002 rumado para Lisboa para assumir a presidência da Casa do Alentejo.

João Proença

12 Junho 2017

Durante a apresentação da candidatura, que contou com a presença do deputado comunista João Oliveira, Proença deixou claro que não regressou a Borba para se ir embora, independentemente do resultado das eleições de 1 de outubro. “Vou trabalhar na Câmara na condição em que for eleito. No mínimo seria vereador, mas posso e devo ser presidente”, sublinhou, alertando que Borba tem que olhar para o futuro, já a pensar na próxima década.

“Esta década, em termos de apoios comunitários no 2020, está despachada”, disse, pelo que prefere começar a pensar no 2030. “O que é que nós precisamos aqui? O que é precisamos fazer neste concelho que possa também ser um estímulo aos concelhos vizinhos e à nossa região que é o Alentejo?”, questionou, relembrando como esta zona do país continua carenciada em termos de emprego, enquanto o despovoamento avança e a natalidade baixa a pique.

Ao lado de João Proença esteve ainda o seu candidato à Assembleia Municipal, João Cavaleiro Ferreira, numa altura em que, segundo disse, ainda se está a trabalhar na constituição da equipa. “Nem sempre as listas são formadas de acordo com as nossas ideias, porque uns não podem e outros não querem”, referiu, admitindo tratar-se de uma fase “delicada” do processo, embora esteja animado com a adesão de independentes ao seu projeto.

“São muito importantes, porque trazem ideias boas. No caso de Borba precisamos de ficar mais descontraídos e menos maldizentes. Precisamos de pensar nas propostas, naquilo que temos para fazer e não andarmos sempre a olhar para trás e a pensar no que já não se pode fazer ou no que se fez mal”, avisou o candidato, garantindo que apesar de ter passado a maior parte do tempo em Lisboa nunca se desligou de Borba. “Acompanhei sempre calado, porque o pior que pode acontecer é a desestabilização, as conversas de passagem sem fundamento”, justificou.

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