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Diario do Sul
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Hospital do Espírito Santo de Évora organiza colheitas de sangue

“É preciso ir ao encontro do dador e cativar novas dádivas”

O Serviço de Imunohemoterapia do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) está a organizar colheitas ao fim de semana em todos os concelhos do distrito em articulação com as Associações de Dadores de Sangue e outros parceiros. De acordo com o serviço e com a diretora clínica do hospital, Isabel Pita, o objetivo principal é ir ao encontro do dador, cativar novas dádivas e garantir a autonomia do Banco de Sangue desta unidade hospitalar.

Autor :Maria Antónia Zacarias

Fonte: Redacção «Diário do SUL»

22 Abril 2019

Nos últimos anos, o Serviço de Imunohemoterapia do hospital tem conseguido cumprir os objetivos de manter o Banco de Sangue com os níveis normalizados de sangue. A afirmação é feita pela médica Isabel Pita que anunciou que, no passado sábado e domingo realizaram-se duas colheitas. Uma em Redondo, no sábado, onde “se efetuaram 23 colheitas e, no domingo, em Montemor-o-Novo houve 41 colheitas”.
A diretora clínica garantiu ao “Diário do Sul” que, neste momento, o Serviço de Imunohemoterapia tem o banco de sangue garantido, lembrando que todos os tipos de sangue são importantes e salientando que há necessidade de cativar e sensibilizar os mais jovens para a dádiva.
O Serviço de Imunohemoterapia do HESE, em articulação com o Gabinete de Comunicação e Marketing do HESE, está a organizar campanhas de sensibilização para os mais jovens que “terão início este ano, quer através das redes sociais, serviço de mensagens escritas (sms) para associações e dadores ou de parcerias com outras entidades como a Universidade de Évora”.
A diretora clínica do hospital avançou que, nos últimos anos, registaram-se algumas oscilações nas dádivas de sangue, “umas vezes porque os dadores habituais atingem os 65 anos e deixam de poder dar sangue e, outras vezes, porque as pessoas têm menos disponibilidade para dar sangue, como é o caso das férias de Verão ou da época de Inverno”.
Isabel Pita contou que alguns dadores seniores traziam os filhos para dar sangue, “mas muitos destes jovens emigraram ou foram viver para as cidades do litoral e deixaram de dar sangue no distrito de Évora, o que se fez sentir também no número de dádivas”.
A médica chamou a atenção para o facto de o sangue não se produzir de forma artificial, por isso, “só através da dádiva é possível garantir a autonomia dos bancos de sangue e a ajuda para todos os que precisam”.
Estas campanhas são para continuar, estando programadas até ao fim do ano.
O apelo a toda a população é: “se tem hábitos de vida saudáveis, se tem um peso igual ou superior a 50 kg, se não recebeu transfusão de sangue, se está bem de saúde, se tem entre 18 e 65 anos, se se importa consigo e com os outros, dê sangue”.

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