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Diario do Sul

24 zonas balneares de elevada qualidade

O “Ouro” que eleva as praias alentejanas

Eis o galardão que atesta o bom ambiente das praias da região.

Autor :Roberto Dores

Fonte: Redacção «Diário do SUL»

22 Julho 2019

A Quercus dá “Qualidade Ouro” a 24 zonas balneares alentejanas, surgindo Grândola na liderança regional, assegurando oito praias distinguidas, seguindo-se Sines com sete e Odemira com seis.
Recorde-se que está em causa o mais importante galardão atribuído pela associação ambientalista Quercus, tendo como base a excelência da qualidade da água balnear durante um período de cinco anos e sistematicamente, garantindo os melhores resultados, de acordo com os indicadores disponibilizados pelo Instituto da Água, ao abrigo da legislação nacional e comunitária em vigor.
Grândola lidera, então, na região com o maior número de praias douradas na região (Aberta Nova, Atlântica, Carvalhal, Galé, Melides, Troia Bico das Lulas, Troia Galé e Troia Mar),  seguindo-se Odemira com Almograve, Carvalhal, Franquia, Furnas, Malhão e Zambujeira do Mar. Sines  garantiu ouro para sete das suas praias (Porto Covo, Ilha do Pessegueiro, Morgavel, São Torpes, Vasco da Gama, Vieirinha e Vale Figueiros), ao passo que Santiago do Cacém exibe ouro em duas zonas balneares (Costa de Santo André e Fonte do Cortiço)
Todas estas praias alcançaram o “ouro” na categoria das praias costeiras, mas Alentejo conquistou ainda mais um galardão em Mértola, em plena Albufeira da Tapada Grande. Uma praia interior na Mina de São Domingos que vai aumentando a sua atratividade, mantendo elevados parâmetros de qualidade.
Com estas distinções os ambientalistas da Quercus pretendem exibir a “garantia de praias que ao longo de vários anos, apresentam sistematicamente boa qualidade”, como sublinhou o dirigente João Branco, garantindo a associação que estas praias oferecem, por inerência, “uma maior fiabilidade no que respeita à boa qualidade da água, confirmando ainda a sua excelência na última época balnear”.
Ainda assim, a malha foi mais apertada este ano – é décima edição - com novos critérios, que conferem ainda mais rigor à classificação das praias, passando a considerar também episódios de interdição de praia ocorridos no ano anterior, uma vez que estes eventos demonstram circunstâncias de qualidade de água balnear descontínua.
 “A Quercus tem vindo a assistir e a acompanhar o trabalho que se tem desenvolvido no âmbito do tratamento de águas residuais, sendo que foi com muita preocupação que em 2018 constatou um elevado número de ocorrências ou avisos de desaconselhamento da prática balnear, proibição da prática balnear ou interdição temporária”, dizem os ambientalistas.

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