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“Plano Estratégico para o Touring Cultural e Paisagístico” debatido

Um produto para valorizar e projectar o território como destino turístico

Está concluída a fase de diagnóstico em todo o território alentejano do “Plano Estratégico para o Touring Cultural e Paisagístico”, inserido na política de estruturação, qualificação e inovação da oferta turística do território. Para o presidente da Turismo do Alentejo, este foi um vastíssimo trabalho, muito dinâmico em que foram ouvidos mais de 200 parceiros as reuniões. Agora, vai s

Autor :Maria Antónia Zacarias

Fonte: Redacção D.S.

28 Outubro 2015

António Ceia da Silva, presidente da Turismo do Alentejo explicou que com o desenvolvimento e implementação do referido plano, a entidade pretende vir a criar rotas culturais temáticas que contemplem dinâmicas etnográficas e histórico-patrimoniais. “A ideia é que se articulem com as redes existentes de percursos naturais, promovendo e impulsionado assim a interação entre cultura e natureza, dois produtos com um relevante potencial turístico na região”, sustentou.

De acordo com o mesmo responsável, o diagnóstico - que resultou da realização de reuniões com parceiros públicos e privados, de levantamentos efetuados no terreno e de ações de benchmarking em Itália, nomeadamente em Roma e na Toscânia - foi debatido com os municípios; os empresários da restauração, alojamento e animação turística, assim como várias instituições regionais do Poder Local, com a União das Misericórdias Portuguesas e com várias fundações.

Após as sessões descentralizadas pelo território, a Turismo do Alentejo fez um balanço positivo, “quer pela participação dos vários agentes, quer por todos os contributos feitos pelos parceiros que permitiram acrescentar valor” e vão permitir pôr em prática o “Plano Estratégico para o Touring Cultural e Paisagístico”.

Sucesso da estratégia
depende sobretudo
dos agentes do território

António Ceia da Silva adiantou que esta é mais uma estratégia para estruturar um produto turístico e “estivemos a fazê-lo da forma que achámos mais adequada e que é ouvindo os parceiros, desde os empresários, as autarquias e os agentes culturais”.
O dirigente considerou que “sem produto turístico não há destino turístico, daí a importância de ouvir os técnicos de várias áreas, desde as rotas de turismo cultural, recuperação de património e comercialização para que também este produto seja um sucesso”.

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