Diario do Sul
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XX Mostra Gastronómica da Caça - 28 Novembro a 13 Dezembro

Pratos de caça “reinam” em 12 restaurantes do concelho de Mora

O concelho de Mora prepara-se para receber mais uma Mostra Gastronómica da Caça, que este ano assinala a sua 20.ª edição. Doze restaurantes aderem à iniciativa, apresentando, entre amanhã e o dia 13 de dezembro, uma grande diversidade de pratos confecionados à base de caça.

Autor :Marina Pardal

Fonte: Redacção D.S.

27 Novembro 2015

Neste certame, organizado pelo município local, participam restaurantes das quatro freguesias do concelho de Mora. Os aderentes são “O Poço” (Brotas), “A Palmeira”, “Os Arcos”, “O Fluviário”, “Solar da Vila” (os quatro em Cabeção), “Afonso”, “Morense”, “O António”, “Solar dos Lilases”, “Quinta do Espanhol” (todos em Mora), “O Forno” e “Solar de São Dinis” (ambos em Pavia).

Tal como é habitual, para assinalar o arranque da mostra gastronómica é realizado um jantar inaugural. O evento realiza-se amanhã, pelas 20 horas, na Quinta de S. António (Mora), com mais de 200 comensais. Os participantes vão poder degustar cerca de 15 pratos de caça, confecionados pelos restaurantes aderentes, havendo momentos de animação musical durante a iniciativa.

O presidente da Câmara de Mora, Luís Simão, destacou que “esta mostra tem como objetivo trazer mais pessoas ao concelho para virem degustar os magníficos pratos de caça que são confecionados nos nossos restaurantes, o que obviamente traz mais-valias para este território”.

Sublinhou ainda que “esta mostra tem início com a realização de um jantar medieval, onde os convivas podem provar os cerca de 15 pratos que incluem todos os tipos de caça”, explicando que “cada restaurante aderente leva pelo menos uma iguaria para ser degustada”.

O autarca exemplificou alguns dos pratos que marcam presença no jantar inaugural, como “a sopa da panela de pombo bravo, o pombo à D. Bia, perdiz com castanhas, veado real, ensopado de veado ou de javali, canja de pombo bravo ou paté de coelho e de javali”.

Segundo Luís Simão, “são iguarias espetaculares que deixam os participantes satisfeitos”, frisando que “ao longo das duas semanas da mostra há uma diversidade ainda maior”.

O presidente da Câmara de Mora adiantou que “estes restaurantes têm caça praticamente durante todo o ano, mas aproveitam a promoção que é feita em torno desta mostra e reforçam o número de pratos que apresentam, conseguindo assim satisfazer os clientes que os procuram”.

Em relação ao impacto do evento na economia local, o edil realçou que “durante a mostra, o volume de negócio tende sempre a aumentar e através das conversas que temos com os restaurantes aderentes temos noção de que com esta iniciativa os restaurantes recebem mais pessoas do que é habitual”.

Disse ainda que “quando há iniciativas, seja esta da caça, seja a das migas, em fevereiro, é lógico que os restaurantes tenham mais clientes, pois são épocas mais mortas em termos turísticos e que com estas duas iniciativas conseguimos trazer ao concelho muitos milhares de pessoas para comer os pratos típicos da nossa região”.

Contudo, Luís Simão ressalvou que “o Fluviário de Mora é um ponto de equilíbrio durante todo o ano, trazendo pessoas ao concelho e muitas delas frequentam os nossos restaurantes”.

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