Diario do Sul
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Ranking deixa região bem colocada

E as melhores escolas do Alentejo são...

Autor :Roberto Dores

Fonte: Redacção D.S.

08 Janeiro 2016

Os colégios dos Salesianos, em Évora, e Luso Britânico, em Elvas, destacam-se entre as escolas do Alentejo, conseguindo manter a maior regularidade de pódio à escala regional, contabilizando os vários níveis de ensino. Ainda assim, é de Santiago do Cacém que chega o melhor resultado ao nível do secundário, com 11,63, para a escola Manuel da Fonseca.

Começando, precisamente, pelo ensino secundário, a escola Diogo Gouveia (Beja) é a segunda classificada na região (11,29), seguida pela secundária de Campo Maior (11,19) e Severim de Faria, Évora (11,17). A Secundária D. Manuel, de Beja, chegou aos 11,09.

Já quanto ao 9º ano, a liderança cabe ao Colégio Luso Britânico, em Elvas, com 3,70, seguindo-se a escola D. Manuel, de Beja (3,47) e os Salesianos (3,20). As escolas Severim de Faria e Gabriel Pereira, ambas em Évora, exibem o mesmo registo (3,08).

Quanto ao 6º ano, os salesianos alcançam a liderança alentejana com 3,83, enquanto o segundo classificado também se encontra no distrito de Évora: a escola básica D. João IV, em Vila Viçosa (3,17). O terceiro lugar no distrito vai para a escola Diogo Lopes Sequeira, no Alandroal, (3,10), que fica atrás das básicas Nossa Senhora da Luz, em Arronches (3,17) e Mário Beirão, em Beja (3,12). A escola Professor Mendes dos Remédios, em Nisa alcançou 3,11.

Já no 4º ano a melhor média concentra-se em Castro Verde, com a escola básica nº2 a chegar aos 3,71, traduzindo mais duas décimas que o Colégio dos Salesianos (3,69) e mais três décimas que o Colégio Luso Britânico (3,68). A Escola Básica Quinta da Vista Alegre é a quarta melhor da região (3,66), enquanto a básica de Odemira e da Corredoura, em Portalegre, empatam (3,55). Lugares de “honra” ainda para as escolas do Rossio de São Brás, em Évora (3,53), Almodôvar (3,52) e Atalaião, em Portalegre (3,39).

Depois das avaliações referentes ao ano letivo 2014/2015, para este ano poderá haver novos critérios, já que o desaparecimento dos exames no final dos diferentes ciclos do ensino básico voltou à Assembleia da República, onde o secretário de Estado da Educação, João Costa, garantiu que o novo modelo de avaliação e aferição em que a tutela está a trabalhar será discutido com professores e sindicatos, famílias e alunos e também com especialistas. “Não faremos política educativa a partir de opinião”, garantiu o governante num debate parlamentar onde o tema principal até eram os rankings das escolas recentemente divulgados.

Depois de, na véspera, o primeiro-ministro, António Costa, ter dado como certo que os exames nacionais do 6º e 9º anos seriam mantidos – face à insistência dos partidos à esquerda do PS na sua abolição, à semelhança do que aconteceu há poucas semanas com as provas do 4º ano –, o secretário de Estado, que representou o Governo neste debate, não deu a decisão como fechada. “Queremos dialogar com quem sabe, ouvindo a comunidade educativa, professores, famílias e especialistas”, afirmou João Costa. O governante entende que o sector precisa de estabilidade, mas defende que esta deve assentar “em consensos informados” e não em opiniões.

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