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Diario do Sul
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Estudo comprova

O que distingue os alentejanos à hora de comer? A nossa calma

Os alentejanos até já o sabiam de forma empírica, mas agora passa a haver base científica.

Autor :Roberto Dores

Fonte: Redacção D.S.

26 Fevereiro 2016

É por cá que se dá maior importância a que se coma com calma e é também nesta região onde mais pessoas identificam o uso do telemóvel à refeição como sendo prejudicial ao convívio familiar.

Eis o que revela um inquérito realizado em todo o território de Portugal a propósito dos hábitos à refeição, onde uma média de 81% dos inquiridos reconheceu que o uso de telemóveis à mesa pode ser prejudicial ao convívio. Essa média aumenta no Alentejo para 87% das famílias, para quem telemóvel e gastronomia não combinam. Sobretudo à hora do “petisco”.

Contudo, 70% dos inquiridos admitiu utilizar estes aparelhos enquanto está à mesa no todo nacional, uma percentagem que também baixa na região.

O inquérito foi realizado pela Marktest, tratando-se de um estudo conduzido pelo sociólogo Pedro Abrantes, do ISCTE, em Lisboa, tendo nascido pela mão de uma marca de iogurtes, Activia, que queria analisar a forma como os portugueses lidam com as refeições.

Pelo Alentejo não restaram dúvidas de como que práticas como o uso de telemóveis à refeição podem ser nocivas para uma boa digestão, pelas interrupções da refeição para atender chamadas ou responder a e-mails e SMS.

Outra das conclusões do inquérito indica que sete em cada dez pessoas terminam as refeições em menos de meia hora, e 50% sofre de má digestão quando dedica pouco tempo a comer. E o pouco tempo que se dedica à mesa continua a ser invadido pelos dispositivos móveis e pela televisão – 93% dos inquiridos disse ver televisão às refeições e 80% atende chamadas enquanto come. Ainda que a maioria concorde que o uso de aparelhos eletrónicos à refeição é prejudicial para o convívio, 72% não tem em casa a regra de não usar o telemóvel à mesa.

Já ao contrário dos homens, para as mulheres portuguesas é mais importante a boa companhia à mesa do que um bom prato e no que toca ao convívio familiar, 84% dos inquiridos concorda que as refeições são um momento de reunião de família.

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