Diario do Sul
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34ª Volta Alentejo Crédito Agrícola decorre entre 16 e 20 de Março

A “Alentejana” assume-se como a prova do ciclismo aliada às tradições

Organizada pela Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) e pela Podium Events, a 34.ª Volta ao Alentejo em bicicleta tem cinco etapas, com início em Portalegre e chegada a Évora, num total de mais de 900 quilómetros, vai ter um pelotão de 175 ciclistas, de 12 equipas portuguesas e dez estrangeiras. A edição deste ano foi apresentada na passada terça-feira, no Palácio de D. Manuel, tendo o diretor técnico da prova, Joaquim Gomes

Autor :Maria Antónia Zacarias

Fonte: Redacção D.S.

26 Fevereiro 2016

A edição deste ano foi apresentada nno Palácio de D. Manuel, em Évora, tendo o diretor técnico da prova, Joaquim Gomes afirmado que esta é uma iniciatiba sui generis pelo facto de aliar a modalidade do cicloturismo ao património edificado, paisagístico e cultural, assumindo-se, em seu entender, como um contributo para a promoção de toda a região.

Na “Alentejana”, entre as equipas participantes estão 12 portuguesas e dez estrangeiras, em representação de oito países (Portugal, Suécia, Estados Unidos, Holanda, Noruega, Espanha, República Checa e Rússia), num total de 175 corredores. O pelotão luso conta com as equipas profissionais do Sporting-Tavira e W52-FC Porto, que regressaram recentemente à estrada, bem como com a LA -Antarte, Rádio Popular-Boavista, Louletano-Hospital de Loulé e Efapel, às quais se vão juntar seis equipas sub-23.

A prova começa, dia 16 de março, em Portalegre - Castelo de Vide, 158 km; 17 de março, 2.ª etapa: Monforte - Montemor-o-Novo, 206,2 km; 18 de março, 3.ª etapa: Portel - Beja, 186,6 km; 19 de março, 4.ª etapa: Aljustrel - Grândola, 184,7 km.

A derradeira etapa da Volta ao Alentejo em bicicleta, a 20 de março, num percurso de 172 quilómetros, parte de Santiago do Cacém e termina em Évora, onde a meta vai estar instalada na Praça do Giraldo.

Joaquim Gomes, diretor técnico da prova afirmou que sempre entendeu que esta prova tinha algo mais do que não tinham as outras provas. “É uma volta sui generis e é isso que alimenta a minha entrega à Volta ao Alentejo com o regozijo de perceber que, cada vez mais, os autarcas alentejanos entendem o evento como muito importante para a dinâmica da própria região”, frisou. E acrescentou: “É uma prova do património porque se já tínhamos os chapéus alentejanos a brindar os vencedores das etapas, juntam-se nesta edição a arte chocalheira e as flores das Festas do Povo de Campo Maior nas cerimónias de pódio que diariamente celebram as conquistas do pelotão”.

O responsável chamou a atenção para as dificuldades que se concentram no início da competição, sublinhando que o Alentejo, ou parte dele, também pode ser bastante montanhoso. “As características orográficas do percurso entre Portalegre e Castelo de Vide permitem fazer metade das oito contagens do prémio da montanha desta corrida. Os candidatos à vitória terão, assim, de provar o bom momento de forma para não serem surpreendidos”, adiantou.

Valores de identidade regional
defendidos pela CIMAC e pela CME

A presidente da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), Hortênsia Menino evidenciou que do ponto de vista desportivo, a Volta ao Alentejo está completamente consolidada no calendário nacional e internacional do ciclismo. “Mas, ainda assim, há sempre lugar à renovação, sobretudo graças à diversidade patrimonial do Alentejo. Da montanha ao litoral, das planícies às encostas, a riqueza natural e arquitetónica permitem continuar a explorar, a cada primavera, um território imenso que é o Alentejo”, vincou. A dirigente garantiu que a CIMAC “continuará a trabalhar para que esta volta seja um grande evento desportivo na nossa região”.

Também a vice-presidente da Câmara Municipal de Évora, Élia Mira realçou a importância desta prova, sobretudo no ano em que esta cidade comemora 30 anos de classificação como Património Mundial. “É com grande satisfação que recebemos a que os alentejanos chamam a ‘Alentejana’, insistindo que a prova voltou a casa. Esperamos que a Praça do Giraldo se encha com uma grande moldura humana para receber e honrar o esforço de todos os atletas”, asseverou.

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