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Prémio Fluviário - Jovem Cientista do Ano

Mora destingue investigador do Instituto Superior de Agronomia

O investigador Rui Rivaes, do Instituto Superior de Agronomia (ISA) da Universidade de Lisboa, venceu o 6.º Prémio Fluviário - Jovem Cientista do Ano, relativo a 2015, anunciou hoje a entidade promotora do galardão.

Autor :Diário do Sul / Lusa

22 Abril 2016

O prémio, instituído pelo Fluviário de Mora, no distrito de Évora, distingue anualmente um aluno (de licenciatura, mestrado ou doutoramento) que tenha publicado, como primeiro autor e no ano do concurso, um artigo sobre conservação e biodiversidade de recursos aquáticos continentais (estuários e rios).

O vencedor desta 6.ª edição do concurso é aluno de doutoramento no ISA e venceu com o artigo científico “Reducing river regulation effects on riparian vegetation using flushing flow regimes”, publicado na revista especializada Ecological Engineering.

O artigo vencedor, que é também assinado por outros investigadores, “aborda os efeitos na vegetação ripária da regulação dos caudais dos rios”, disse à agência Lusa a bióloga responsável do Fluviário de Mora, Luísa Sousa.

Para a 6.ª edição do Prémio Jovem Cientista do Ano, relativa a 2015, o Fluviário recebeu um total de 16 candidaturas, tendo sido validado igual número de artigos científicos.

O investigador escolhido pelo júri, de acordo com o estipulado pelo Fluviário, é premiado “com o reconhecimento da qualidade e importância do seu trabalho e com um prémio monetário de 500 euros”.

Em comunicado, a Câmara de Mora e o Fluviário saudaram “todos os candidatos e a excelência dos trabalhos apresentados”, os quais “prestigiam” o galardão.

Com os artigos apresentados, os seus autores “contribuem para a divulgação e valorização do importante papel dos jovens investigadores no conhecimento das áreas da conservação e biodiversidade de recursos aquáticos continentais”, acrescentaram as instituições.

Propriedade da Câmara de Mora, o Fluviário está a funcionar desde março de 2007 e foi pioneiro na Europa, tendo já recebido mais de 750 mil visitantes.

O espaço, que aposta na “divulgação do maravilhoso mundo dos rios e dos lagos”, simula o percurso de um rio, desde a nascente até à foz, e possui 500 peixes de 55 espécies, além de lontras.

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