Diario do Sul
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Mais de 1800 jovens músicos já participaram na iniciativa na vila alentejana

XI Edição da Orquestra Nacional de Sopros termina dia 22 de julho com um mais um concerto em Portel

Fonte: Nota de Imprensa

21 Julho 2016

A XI edição da Orquestra Nacional de Sopros (ONS) - Vila de Portel termina no dia 22 de julho, com mais um grandioso concerto final. O Auditório Municipal de Portel torna-se sempre pequeno para acolher todos aqueles que, nesta altura do ano, se deslocam a Portel para ver estes pequenos “grandes artistas”.
Com organização da Câmara Municipal de Portel e a direção artística do maestro Luís Clemente, este estágio nacional para jovens músicos de instrumentos de sopro é já uma referência no panorama deste tipo de orquestras em Portugal.
Onze anos de edições repletas de sucesso e cada vez mais com um nível de exigência ao alcance de poucos. Os cerca de 80 alunos que todos os anos marcam presença no ONS são alvo de uma apertada seleção, onde apenas há lugar para os melhores.
Esta é uma das condições de sucesso de um projeto cada vez mais acarinhado pelos portelenses. Durante uma semana, jovens de todo o país chegam a Portel para disfrutar de tudo o que aquela vila tem de melhor para lhes oferecer.
Apesar das diferentes personalidades, próprias de quem chega de diferentes regiões, o sentimento que transparece em palco, é o de apenas existir um elo de ligação entre todos. A música, o gosto pela expressão musical que se traduz na sua plenitude, aquando do concerto final que, encerra hoje estas jornadas de aprendizagem musical em Portel.
A orquestra deste ano, para além do excelente nível de interpretação a que já nos habituaram os alunos que participam na ONS, contou com a presença de um convidado na área da orquestração, o italiano Roberto Fiore, responsável pelo acompanhamento na classe de orquestração ao longo da semana, dos alunos inseridos na aprendizagem de direcção de orquestra.
Para além deste convidado, os professores oriundos de todo o país e sob a orientação do director e maestro Luís Clemente, foram preponderantes para que o nível de aprendizagem seja factor de prioridade nesta orquestra. Tem sido uma constante ao longo das edições da ONS, quer por parte do maestro, quer por parte da organização, não só a dinâmica de temáticas em estudo, mas sobretudo a exigência musical que é pedida a cada um dos alunos que o frequentam, fazendo com que as performances possam ser, cada vez mais, de elevada qualidade.

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